Esculturas em Mármore e Cobre: O Contraste Contemporâneo
"A tensão entre o eterno e o industrial define a nova escultura abstrata."

O diálogo entre materiais sempre foi um pilar da escultura, mas em 2026, vemos uma ressurgência específica: a união do mármore negro, com sua profundidade geológica e peso histórico, e o cobre, com sua condutividade, calor e oxidação viva.
Artistas contemporâneos estão explorando esse contraste não apenas como uma escolha estética, mas como uma narrativa sobre o tempo. O mármore representa a permanência, o tempo profundo da Terra. O cobre, por outro lado, reage ao ambiente, muda de cor, envelhece visivelmente com a interação humana.
Minimalismo Dramático
As formas tendem ao minimalismo geométrico, mas com uma dramaticidade teatral. Não são peças para serem ignoradas em um canto; elas exigem espaço, luz e contemplação. A iluminação desempenha um papel crucial aqui: o mármore absorve a luz, enquanto o cobre a reflete e a aquece.
Em Exposição
"A dualidade da matéria" - Galeria Metropolitano, São Paulo.
De 15 de Fevereiro a 30 de Março de 2026.
Esta tendência também migra das galerias para o design de interiores de alto padrão, onde esculturas funcionais começam a substituir o mobiliário tradicional como peças centrais de salas de estar e halls de entrada. É a arte invadindo o cotidiano, não como decoração, mas como presença.